sábado, 31 de maio de 2014
Repassando- Zygmunt Bauman
Compartilho: Nem todos tem acesso e o caminho à sociologia e filosofia.
Zygmunt Bauman- Fronteiras do Pensamento
Ampliando e refletindo também sobre amigos e facebook.
Qual a diferença entre comunidade e rede?
Seria a facilidade entre conectar e desconectar?
Ouçam o vídeo.
Pensemos:
"Estamos cada vez mais aparelhados com iPhones, tablets, notebooks, tudo para disfarçar o antigo medo da solidão. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte das pessoas, cuja marca principal é a ausência de comprometimento. Este texto tem como base a ideia de líquido, característica presente nas relações humanas atuais, inspirado na obra "Amor Líquido" - sobre a fragilidade dos laços humanos, de Zigmunt Bauman. As relações se misturam e condensam com laços momentâneos, frágeis e volúveis. Em um mundo cada vez mais dinâmico, fluido e veloz, seja real ou virtual."
© obvious: http://lounge.obviousmag.org/de_dentro_da_cartola/2013/11/zygmunt-bauman-vivemos-tempos-liquidos-nada-e-para-durar.html#ixzz33JT7c9wg
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Zygmunt Bauman- Fronteiras do Pensamento
Ampliando e refletindo também sobre amigos e facebook.
Qual a diferença entre comunidade e rede?
Seria a facilidade entre conectar e desconectar?
Ouçam o vídeo.
Pensemos:
"Estamos cada vez mais aparelhados com iPhones, tablets, notebooks, tudo para disfarçar o antigo medo da solidão. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte das pessoas, cuja marca principal é a ausência de comprometimento. Este texto tem como base a ideia de líquido, característica presente nas relações humanas atuais, inspirado na obra "Amor Líquido" - sobre a fragilidade dos laços humanos, de Zigmunt Bauman. As relações se misturam e condensam com laços momentâneos, frágeis e volúveis. Em um mundo cada vez mais dinâmico, fluido e veloz, seja real ou virtual."
© obvious: http://lounge.obviousmag.org/de_dentro_da_cartola/2013/11/zygmunt-bauman-vivemos-tempos-liquidos-nada-e-para-durar.html#ixzz33JT7c9wg
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domingo, 25 de maio de 2014
A bela lágrima!
Recebi por e-mail este da Dra Ana Cláudia Quintana e decidi partilhar. Alguns decidirão assistir estes 18 minutos de vídeo, não tenho nada a acrescentar a não ser reverenciar esta médica, curvar-me frente a ela com carinho e respeito. Ver este vídeo me trouxe um alento, uma alegria renovada em ser médica e ter a disponibilidade em poder partilhar experiências como esta.
O vídeo veio com o nome: "A morte é um dia que vale a pena viver" e eu acrescentaria a mim: conviver.
https://www.youtube.com/watch?v=ep354ZXKBEs&feature=kp
ou
http://www.youtube.com/embed/ ep354ZXKBEs?rel=0
O vídeo veio com o nome: "A morte é um dia que vale a pena viver" e eu acrescentaria a mim: conviver.
https://www.youtube.com/watch?v=ep354ZXKBEs&feature=kp
ou
http://www.youtube.com/embed/
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Estar em contentamento?.
Chega um final de semana, alguns aproveitam para ficar em casa, mais com a família e muitos escolhem ficar silenciosos consigo mesmo. Cito Jung trazer a reflexão a individualidade frente a multidões.
O ponto de vista do homem interior está ameaçado na medida que domina o exterior.
Na verdade, Às vezes é somente a sua invisibilidade que o salva.
Ele é tão reduzido que ninguém sentiria falta dele, se ele não fosse a conditio sine qua non da paz interior e da felicidade.
E, por fim, não é um "povo de 80 milhões" nem o Estado que sente a felicidade e o contentamento, mas apenas o indivíduo.
Jamais será possível derrubar a regra de cálculo segundo a qual mesmo o maior acúmulo de zeros nunca dará a unidade; de modo análogo nem a gritaria mais forte retirará do mundo a verdade psicológica muito simples de que quanto maior a multidão, tanto menor importância terá indivíduo. JUNG, OC XIV/1
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Um livro abre outro! Caminhos?
A expressão "um livro abre outro" é muito mais frequente. Quantas vezes nos deparamos com o fato de estarmos lendo mais de um livro. Um aqui! Um acolá!

Quando o assunto surge pode-se ficar confuso em onde leu mesmo? De quem é esta ideia? Forma? Surgem novas combinações. De inicio um caos?
O processo da criatividade? Pode trazer uma tempestade de ideias?
Hillman diz: " ...tal como pintores leem filósofos compositores observam arquiteturas, filósofos visitam museus, poetas traduzem coisas de línguas distantes ou mortas - seus fogos desesperados por novos influxos.
Inquietos procuram... Como chegar ao coração das coisas?
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Temenos: Espaço sagrado!
Usamos o termo "temenos" para o espaço sagrado que se cria durante a sessão de Terapia Junguiana.
espaço é difícil de descrever porém sentido por quem já experimentou.
No final da sessão muitas vezes a gente se pergunta; O que aconteceu? Quem esteve ali?
Cria-se um espaço e tempo em que ambos analisado e analista entregam-se ao processo e permitem que símbolos aflorem. Não há controle de ego e sim uma entrega.
Seriam deuses presentes? O inconsciente?
Costumo chamar de "dança".
Cria-se uma dança, uma relação com confiança, ética, moralidade neste espaço hermeticamente fechado.
Como não ver o sagrado em um útero que gesta?
Permitir-se entrar em um vaso a procura de respostas.
Vejo como uma graça cada vez que me encontro no "temenos" e isto acontece tanto como analisanda ou como terapeuta.
Encruzilhadas!
Sim, sempre teremos encruzilhadas e muitas vezes levando a direções totalmente opostas.
A escolha de uma deixará a outra.
Mas existem situações em que duas alternativas estão em oposição e a gente se sente em suspenso, em "cruz", cria-se conflito.
"... A repressão do oposto exercida nestes casos apenas faz prolongar e estender o conflito, isto é, a neurose. A terapia põe os opostos em confronto um com o outro e visa a união mais estável deles." OC XIV/1.
Não se trata em não fazer nada, nem sucumbir a um lado. Confronta-se, amplia-se, algumas vezes suporta-se a tensão, até que um caminho seja indicado, quer seja via sonhos, via símbolos e se percebe que a resposta sai de dentro de cada um como forma de seguir o caminho pessoal de cada um. Nenhum terapeuta tem a resposta, a resposta virá na relação sagrada que se cria.
A escolha de uma deixará a outra.
Mas existem situações em que duas alternativas estão em oposição e a gente se sente em suspenso, em "cruz", cria-se conflito.
"... A repressão do oposto exercida nestes casos apenas faz prolongar e estender o conflito, isto é, a neurose. A terapia põe os opostos em confronto um com o outro e visa a união mais estável deles." OC XIV/1.



